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Apresentação
Sobre
os Autores
Parte
I - Reflexões sobre o Ecoturismo
Capítulo
1 - Ecoturismo em Áreas Protegidas: Da Natureza ao
Fenômeno Social
Marta de Azevedo Irving
Contextualizando
o Tema
Do Abstrato à Realidade: Ecoturismo e Áreas
Protegidas
Referências
Capítulo
2 - Ecoturismo: Abordagens e Perspectivas Geográficas
Nadja Maria Castilho da Costa
Geoecoturismo:
A Geomorfologia como Base no Desenvolvimento do Ecoturismo
Parque Estadual de Ibitipoca (Peib): Um Exemplo de Geoecoturismo
Planejando o Ecoturismo: Educar para Contemplar e Conservar
a Natureza
Considerações Finais
Referências
Capítulo
3 - Ecoturismo e Educação Ambiental em Unidades
de Conservação:
A Importância da Experiência Dirigida
Zysman Neiman
A Educação Ambiental e o Paradigma Cartesiano
Percepção Social da Natureza, Representações
e Valores Simbólicos
Ecoturismo, Mudança de Valores e Conservação
Ambiental
A Importância do Direcionamento do Contato com o Natural
Referências
Parte
II - A Experiência Humana nas Trilhas da Educação
Ambiental
Capítulo
4 - Nas Trilhas das Paisagens: Heranças, Recursos,
Valores
Solange T. de Lima Guimarães
Nas
Trilhas dos Homens: Experiências, Percepções
e Interpretações...
Songlines: O Canto É o Itinerário,
o Itinerário É o Canto...
Referências 70
Capítulo
5 - Trilhas na Natureza e Sensibilização Ambiental
Zysman Neiman & Andréa Rabinovici
O
Contato com o Outro como Motivador do Ecoturismo
A Infra-estrutura da Trilha e Sua Relação
com a Experiência Vivida
Trilhas para uma Nova Espiritualidade
Referências
Capítulo
6 - Trilhas de Interpretação Ambiental como
Ferramenta no Desenvolvimento da
Educação Ambiental em Escolas
Anamaria Stranz, Paulo Fernando de Almeida Saul &
Theo Vieira Larratea
Criando
a Trilha
Seleção e caracterização da
região ou da área
Levantamento das possibilidades ambientais, antrópicas
ou culturais
Escolhendo e demarcando as estações ou bases
de trabalho
Preparação das atividades
Aplicação das atividades
Avaliação e feeedback
Atividades de interpretação em trilhas
Exemplos de atividades
Identificando o ambiente
Resgatando a percepção
Sentindo e percebendo o ambiente
O ambiente e nossos diferentes sentidos
Conclusão
Agradecimentos
Referências
Capítulo
7 - Educação Ambiental para Professores do
Ensino Fundamental:
A Experiência do Grupo de Estudos Ambientais (GEA/UERJ)
nas Trilhas do
Parque Estadual da Pedra Branca, RJ
Nadja Maria Castilho da Costa & Vivian Castilho
da Costa
Introdução
101
O Projeto A Escola e o Parque Estadual da Pedra Branca:
Integrando Sociedade e Natureza
Apresentação do projeto às escolas
municipais
Capacitação docente na utilização
do manual
A Inserção da Realidade Local no Ensino Fundamental:
Saindo da Teoria e Caminhando em Direção à
Prática
Caminhando nas Trilhas da Conscientização
para a Conservação Ambiental do PEPB
Materiais a serem utilizados
Programa de atividades no Parque: visitação
ao Museu
Primeira sensibilização e percepção
(conselhos antes da caminhada)
Segunda sensibilização e percepção
(percebendo a natureza na trilha)
Considerações Finais
Referências
Parte
III - O Planejamento e o Manejo das Trilhas
Capítulo
8 - Capacidade de Carga, VAMP, LAC e Outros Métodos
de Gerenciamento da Visitação: Reflexões
e Aplicação do VAMP no Turismo
Beatriz
Veroneze Stigliano & Pedro de Alcântara Bittencourt
César
Introdução
O Papel dos Métodos de Gerenciamento da Visitação
O Método VAMP
Caracterização do Parque Estadual de Campos
do Jordão (PECJ)
A Aplicação do Método Vamp ao PECJ
Considerações Finais
Referências
Capítulo
9 - Estudos de Capacidade de Suporte Turístico e
Monitoramento Comunitário para o Meio Físico
Lilia Seabra
Introdução
Metodologia MPTD e Foco nas Comunidades Receptoras
Proposta e Sugestões para o Monitoramento Comunitário
Participativo
Metodologia e instrumentos de monitoramento do meio físico
Qualidade da água e biomonitoramento
Erosão em trilhas e bastões de monitoramento
Vegetação marginal de trilhas e bastões
de monitoramento
Considerações Finais Acerca dos Métodos
e Instrumentos Comunitários
Referências
Capítulo
10 - Planejamento Ambiental de Trilhas Ecoturísticas
em Unidades de Conservação no Brasil, Utilizando
Geoprocessamento
Vivian
Castilho da Costa
O
Que É, para Que Serve e como Empregar as Tecnologias
de Geoprocessamento e de
Sensoriamento Remoto?
Alguns Exemplos de Utilização de Geoprocessamento
(SIG e SR) no Planejamento Ambiental de Trilhas
Levantamento, Implantação e Monitoramento
de Trilhas Utilizando os SIGs
Considerações Finais
Referências
Capítulo
11 - Gestão e Manejo da Recreação em
Áreas Protegidas: do Zoneamento à Ordenação
das Trilhas
Milton
Dines & Anna Júlia Passold
Introdução
Conceitos para o Manejo do Uso Público em Áreas
Naturais
Conceito de capacidade de carga recreativa e de capacidade
de suporte
Capacidade de manejo
Princípios e Procedimentos para o Manejo da Visitação
Princípios de manejo da visitação
Descrição das principais etapas de trabalho
Procedimentos para o Manejo da Visitação
Considerações Finais
Referências
Capítulo
12 - Manejo de Trilhas: Mais que Fechar Atalhos e Construir
Degraus, uma Abordagem Transdisciplinar
Flávio Augusto Pereira Mello
Apresentação
Introdução
O Momentum Atual
A Importância das Trilhas
Trilhas e qualidade de experiência dos visitantes
A importância do manejo de trilhas e a biodiversidade
Aspectos da Recuperação de Áreas Degradadas
e o Resgate do Patrimônio Natural e de Serviços
Valoração Econômica Ambiental no Manejo
de Trilhas
Considerações Finais
Referências
Parte
IV - Pelas Trilhas dos Biomas Brasileiros 203
Capítulo
13 - Turismo Arqueológico e Cultural no Parque Nacional
da Serra da Capivara, PI
Gabriela Ries
Para
Entendermos a Arqueologia
Turismo Cultural: Arqueologia como Atrativo Ecoturístico
Mercado
Parque Nacional Serra da Capivara: Um Exemplo a Ser Seguido
Desenvolvimento da Comunidade Local
A criação do museu da FUNDHAM (plano educacional)
Criação de um centro de produção
de cerâmica da cidade (produção alternativa)
Capacitação da comunidade local para arqueologia
(ensino profissionalizante)
O Ecoturismo na Serra da Capivara
Conclusão
Capítulo
14 - Contemplação da Fauna no Cerrado Brasileiro:
Uso Sustentável para o Ecoturismo
Simone B. Mamede & Maristela Benites
Como
Enxergar o Cerrado?
Ética no Turismo de Contemplação da
Fauna do Cerrado
O Que e Onde Contemplar a Fauna do Cerrado?
Conservação do Cerrado para e Através
do Ecoturismo
Referências
Capítulo
15 - Ecoturismo, Corredores Ecológicos e Unidades
de Conservacao: O Estudo de
Caso do Projeto Corredores Ecológicos no Espírito
Santo
Jayme Henrique Pacheco Henriques
O
Corredor Central da Mata Atlântica (CCMA)
O Corredor Ecológico no Espírito Santo
Corredores Ecológicos e Unidades de Conservação
(UCs)
Ecoturismo, UCs e Corredores Ecológicos no Espírito
Santo
Metodologia Utilizada na Estratégia de Ecoturismo
do Projeto Corredores Ecológicos no Espírito
Santo e
Resultados Obtidos
Conclusões e Lições Aprendidas
Referências
Capítulo
16 - Educação Ambiental Através do
Ecoturismo no Pantanal da Nhecolândia, Corumbá,
MS: Um Estudo Baseado na Relação Homem/Natureza
Fabian Kürten & Marina Minari
Conceitos
e Valores de um Novo Paradigma
Sustentabilidade e um novo naturalismo
Um olhar antropológico e um paradigma proposto por
uma nova ética
Educação Ambiental
Um viés e o ecoturismo como meio
Paisagem Pantaneira
Cultura « Natureza
Ecoturismo no Pantanal
Realidade e a Baía Bonita
Uma proposta
Conclusões
Referências
Capítulo
17 - Da Planície Pantaneira às Montanhas do
Tumucumaque: A Biodiversidade como Potencial para o Ecoturismo
no Brasil
Simone B. Mamede, Flávia Regina de Queiroz
Batista & Maristela Benites
Breve
Histórico do Turismo Voltado à Diversidade
Biológica do Brasil
O Pantanal das Águas
Cerrado: Berço das Águas
Do Hotspot de Cerrado à Grande Região Natural
da Amazônia
Conclusões e Recomendações
Referências
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